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Posts do blog (118)

  • Afinal, Os Simpsons realmente estão prevendo o fim do mundo?

    Recentemente o mundo tem se deparado com um novo possível surto, a varíola dos macacos, que está sendo uma pulga atrás da orelha para a Organização Mundial da Saúde, devido ao fato de que alguns casos estão sendo confirmados ao redor do mundo nas últimas semanas. Uma imagem tem chamado a atenção nas redes sociais. Na qual a série de televisão Os Simpsons pode ter previsto essa suposta nova pandemia. #ParaTodosVerem: Duas imagens coloridas divididas com um título em letras vermelhas com a citação “Monkeypox sendo exibido nos Simpsons (faz tempo) tudo é planejado com antecedência”, seguido por um emoticon de um triângulo vermelho e um olho. Abaixo, duas imagens de episódios dos Simpsons. Do lado esquerdo Homer está sentado no sofá bebendo cerveja com um pequeno macaco de colete azul. E do lado direito ele está de cueca com vários pontos rosas ao redor do corpo. Disponível em: https://twitter.com/Gurgel_II/status/1530026036146094091 Embora especialistas afirmam que a varíola dos macacos não é altamente contagiosa e que dificilmente provocaria uma pandemia global, e ignorando o fato de que a imagem retrata dois episódios totalmente diferentes da 9º e 17º temporada, não é de hoje que este desenho animado tem causado euforia em algumas pessoas com suas supostas previsões do futuro e que seus criadores estão por trás de algo bem maior do que conhecemos. Um outro exemplo bem famoso é do episódio exibido no ano 2000 Bart no Futuro, da décima primeira temporada, onde Lisa (agora presidente dos Estados Unidos) menciona que o país enfrenta uma crise financeira após o mandato do presidente Trump. Em março de 2016, o roteirista do episódio, Dan Greaney, concedeu uma entrevista ao The Hollywood Reporter, onde afirmava que a ideia era retratar o país enlouquecendo, de que esse seria o único cenário possível antes de chegar ao fundo do poço, segundo ele mesmo. #ParaTodosVerem: Imagem colorida em que Lisa Simpsons, já adulta e eleita presidente dos EUA, está sentada em sua mesa. Ao lado dela, de pé, estão dois de seus assessores. Um deles sendo seu amigo de infância Milhouse, já crescido e careca. De frente para ela há mais dois assessores, sentados. Abaixo, uma legenda em inglês em letras grandes, que traduzida seria: “como vocês sabem, herdamos uma grande crise orçamentária do Presidente Trump.” Disponível em: https://twitter.com/jonerlichman/status/843554093310365696?lang=da Além do episódio Marge vai para Cadeia, do ano de 1993, da 4º temporada. Onde a cidade de Springfield é infectada pela “Gripe de Osaka” uma doença fictícia originária do Japão. Não demorou muito para associarem este episódio com a pandemia do novo coronavírus que ocorreu, e ainda ocorre, nos últimos dois anos. #ParaTodosVerem: quatro painéis de imagens com cenas de episódios dos Simpsons. Com o título em espanhol, que traduzido seria: Ano 1993 4º temporada episódio 21. O primeiro painel com uma imagem com dois funcionários de uma fábrica no Japão, em que um deles tosse uma nuvem verde com pontos vermelhos em cima de uma caixa endereçada para a residência da família Simpson; o segundo com Homer abrindo a caixa e ficando chocado ao receber a nuvem na sua cara; o terceiro com diretor Skinner também abrindo uma encomenda e recebendo a nuvem na cara, e o quarto com o apresentador Kent Brockman apresentado o seu programa jornalístico com um quadro com letras escritas "Coronavírus" em amarelo, ao lado da foto de um gato. Disponível em: https://piaui.folha.uol.com.br/lupa/2020/03/03/verificamos-simpsons-previram-chegada-novo-coronavirus/ Bem, surtos de doenças não são algo tão anormal. Bastou um vírus tão contagioso quanto a gripe comum para que se espalhasse rapidamente pelo globo, e dado aos nossos costumes, nem sempre tão higiênicos, não seria uma grande surpresa que tivesse tomado essas proporções sem os devidos cuidados, ainda mais sendo ignorada pelo nosso atual governo. No caso da imagem que circula pelas redes, mostra-se dois episódios diferentes e com uma adulteração. #ParaTodosVerem: duas imagens coloridas quase idênticas de Kent Brockman apresentando seu programa. Uma localizada na parte superior com letras vermelhas escrito “montagem” onde se vê um quadro ao lado de Kent com as palavras “Corona Vírus” em amarelo sobre outras duas palavras inteligíveis em vermelho, ao lado da foto de um gato. Localizada na parte inferior, a mesma imagem, agora sem as letras em amarelo, onde é possível ler as palavras “Apocalypse Meow” em vermelho, com letras verdes na parte de baixo escrito “Original”. No meio, o logotipo do site E-farsas, escrito “Acabando com fake News desde 2002” em baixo. Disponível em: https://www.e-farsas.com/os-simpsons-previram-a-epidemia-do-coronavirus-em-1993.html Vemos que todos esses casos ocorrem por um viés de confirmação, onde indivíduos buscam determinados elementos para provarem suas crenças ou ideias. Na maioria, distorcendo informações e imagens só para apoiarem seus pontos de vista. E convenhamos, a animação está no ar há mais de trinta anos. Se trata de uma sátira ao estilo de vida dos americanos. Eventualmente, alguma coisa que eles estivessem retratando poderia acontecer em algum momento na vida real. Mas a questão que deveria realmente nos preocupar, não é de que o programa está fazendo premonições sobre o nosso futuro, mas que a realidade está cada vez mais se parecendo com um desenho animado. Matheus Cosmo, graduado em Rádio e Tv. #Simpsons, #Conspirações, #FakeNews, #CoronaVírus, #VarioladoMacaco Referências Bibliográficas: MORAES, Maurício. #Verificamos: É falso que Os Simpsons previram a chegada do novo coronavírus. Lupa, Folha de São Paulo. 2020. Disponível em: https://piaui.folha.uol.com.br/lupa/2020/03/03/verificamos-simpsons-previram-chegada-novo-coronavirus/ acesso em 30/05/2022 LOPES, Gilmar.Os Simpsons previram em 1993 a epidemia do coronavírus?. E-Farsas, 2020. Disponível em: https://www.e-farsas.com/os-simpsons-previram-a-epidemia-do-coronavirus-em-1993.htm acesso em 30/05/2022

  • O projeto de extermínio das populações autóctones brasileiras.

    #ParaTodosVerem: Fotografia de mulher indígena segura bandeira brasileira manchada de tinta vermelha, representando sangue, em manifestação pró direitos indígenas. Fonte: https://outraspalavras.net/crise-brasileira/o-que-se-trama-contra-os-povos-indigenas/ Donos por direito da Terra, as populações indígenas brasileiras porém são consideradas como invasoras, pesos mortos ao projeto de “desenvolvimento” econômico em áreas de preservação e terras demarcadas. Tal processo se desenvolve em situações e locais onde não há a correta manutenção dos direitos básicos e de preservação das comunidades, além de também serem resultados da falta de demarcação de terras indígenas. Nos últimos anos houve a redução de repasse de verbas para projetos de manutenção de projetos de auxílio e proteção para com as comunidades nativas por meio do governo Federal, propiciando para que a situação chegasse ao ponto que chegou em 2022, com cenários que relembram a época da colonização européia. Considerados como “persona non grata” por muitos, os povos nativos do Brasil sofreram diversos massacres orquestrados que fazem parte de um genocídio maior no país. Como exemplo de tais acontecimentos temos desde a origem do contato entre população nativa e homem branco na colonização: guerras de conquista, instigação de conflito entre nações inimigas, introdução de doenças, além de torturas e abusos sexuais. Na era moderna, podemos citar o Massacre do Paralelo 11 onde o povo indígena Cintas-Largas quase foram extintos por um massacre coordenado que visava expulsá-los de suas terras em busca de exploração de recursos minerais e de uso das terras para plantio, através de um plano de exploração e habitação das terras ao norte do país. O episódio é retratado no filme “Avaeté - a semente da vingança” - 1985, Zelito Viana. De acordo com as autoras Vançan e Rodrigues (2021) citando Valente (apud 2017, p. 210) “Trata-se de uma chacina que dizimou por volta de 3.500 indígenas da etnia Cinta Larga, que ocorreu na região norte do Estado de Mato Grosso, à beira do Rio Aripuanã, cujas terras eram reservas de diamantes, de grande repercussão internacional à época dos fatos, e que foi comprovado de maneira ampla em processo judicial aberto no Estado de Mato Grosso.” #ParaTodosVerem: Fotografia preta e branca de dois homens prestes a serrar ao meio mulher pertencente à etnia dos cinta-largas amarrada de cabeça para baixo. Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Massacre_do_Paralelo_11 Nos últimos anos houveram diversas condutas e opiniões veiculadas em canais de mídia que opuseram os direitos e interesses indígenas às políticas aplicadas aos povos nativos. Dessa forma vai sendo criada uma mentalidade de que os povos indígenas são um peso para o Estado, além de parecerem estar incomodando buscando direitos e deveres. Porém, tal povo busca reconhecimento de terras e respeito por sua identidade cultural e social historicamente, tendo tido vitórias em poucas vezes e ainda sob muito custo. Dessa forma é imprescindível que voltemos nossa atenção para tais causas e busquemos ter ao menos a consciência e dever de conhecer e respeitar a história dos povos originários dessa terra. Indicações de Filmes: Piripkura. 2017 - Mariana Oliva, Bruno Jorge, Renata Terra O documentário explora o crescente genocídio provocado por mineradores e madeireiros no território de mesmo nome. Aborda também sobre como as comunidades tentam lutar contra tais acontecimentos, porém sem o auxílio de instituições e políticas de proteção não conseguem manter sua terra e vidas, beirando a extinção. Xingu. 2012 - Cao Hamburger O filme retrata a história de exploração ao Oeste Brasileiro na década de 40 pelos irmãos Cláudio e Leonardo e seu processo de contato com as populações nativas da área do Xingu. O filme também faz um pequeno recorte de conquistas futuras dos povos em função do contato estabelecido entre os irmãos e as populações. XETÁ. 2010 - Fernando Severo Nos anos 40 e 50 houve um processo de colonização desordenado no noroeste do Paraná e aconteceu o contato entre uma população nativa que havia tido pouquíssimo contato com o homem branco. O povo Xetá acabou sendo expulso de suas terras e sofreu a quase extinção. Lucas da Silva, Graduando em Administração - FEA, USP #Indígenas, #Exploração, #DireitosHumanos, #DonosDaTerra, #CadêosYanomami Bibliografia: Vançan, A. C., & Rodrigues, M. V. . (2021). O Massacre do Paralelo 11 e os Direitos Fundamentais a partir do Direito de Memória Indígena e a decolonização do Direito Brasileiro . RELACult - Revista Latino-Americana De Estudos Em Cultura E Sociedade, 7(1). https://doi.org/10.23899/relacult.v7i1.2135. Acesso em 23/05/2022 15:32

  • YANOMAMI, O GARIMPO ILEGAL E O QUE NÓS PODEMOS FAZER PARA IMPEDIR

    Que as redes sociais são poderosas e podem mudar a história todo mundo sabe. O documentário original Netflix, “O Dilema das Redes”, é uma denúncia pública sobre como somos influenciados o tempo todo por algoritmos presentes em redes sociais, que nos prendem em bolhas e incentivam diferentes tipos de comportamento, mas o que pouca gente sabe é que para além da forma negativa, podemos utilizar esses algoritmos de forma positiva ao dar voz a quem historicamente não tem, como é o caso dos povos indígenas e em específico o povo Yanomami. #ParaTodosVerem: cartaz oficial da Netflix, demonstra um homem branco deitado em uma cama utilizando o smartphone, as luzes do quarto estão apagadas, a única fonte de luz da imagem provém do celular que cobre a face do homem, pode-se ver nitidamente apenas suas mãos segurando o aparelho. Imagem disponível em: https://www.adorocinema.com/filmes/filme-280921/ Recentemente diversas denúncias surgiram em redes sociais e as hashtags “#OndeEstaoOsYanomami”, “#CadêOsYanomami” e “#SOSYanomami” ficaram em alta, trazendo pressão social às autoridades responsáveis e ao governo federal, artistas como Alok e Whindersson Nunes participaram do movimento e questionaram em suas redes socias pela presença dos Yanomamis. Fonte da imagem: https://twitter.com/tesoureiros/status/1521457591628533760 #ParaTodosVerem: Print das “Tendências de Brasil” em uma rede social, onde se vê que no TOP 13 estava a hashtag “CadêOsYanomami” em letras garrafais brancas em um fundo preto. Essa pressão social gerada pela alta da hashtag nas redes sociais trouxe voz para a comunidade indigena e expôs casos de abusos sofridos pelos Yanomami e causados pelo garimpo ilegal, como o abuso sexual de uma criança de 12 anos, o desaparecimento de uma criança de 3 anos e a fuga de uma comunidade composta por 25 pessoas por medo dos garimpeiros. O garimpo ilegal destrói a floresta, traz doenças de brancos para a comunidade indígena, afasta os animais, polui a água e mata os peixes, em suma coloca todo o estilo de vida do indígena em ameaça e quando esse estilo de vida é destruido o que sobra para a comunidade é trabalhar forçadamente, em regime de escravidão, para o garimpo ilegal em troca de comida. A estatística trazida pelo representante da Câmara de Populações Indígenas e Comunidades Tradicionais em Roraima, Alisson Marugal, há mais de 20 mil garimpeiros ilegais nas terras demarcadas. Um dos motivos para essa explosão demográfica de garimpeiros é o aumento do ouro no mercado internacional, com a pandemia, e a crise interna nos Estados Unidos, os investidores decidiram investir seu capital em algo sólido e permanentemente lucrativo: o ouro. Acrescente a Guerra da Ucrânia e da Rússia, a alta da inflação mundial e a desvalorização do dólar e o que se tem é o ouro como uma das commodities que mais se valorizaram nos últimos anos, o ouro é segurança financeira em um mundo economicamente inseguro, mas ironicamente traz insegurança e devastação a povos indígenas inocentes. Assim, o genocídio e o medo sofrido pelos Yanomamis é sinfônico ao de outros povos indigenas da região da Floresta Amazônia e datam desde o Brasil Colônia, o documentário “Martírio”, do diretor Vincent Carelli denuncia a invasão e finaliza com o novo genocídio implantado por reis do gado, soja e o garimpo ilegal. Imagem disponível em: https://fundacaoculturalbadesc.com/cineclube-da-fundacao-badesc-exibe-o-filme-martirio-de-vincent-carelli/ #ParaTodosVerem: cartaz oficial da Fundação Cultural Badesc para divulgação de sessão especial do filme “Martírio”, no canto esquerdo da imagem há um índio em destaque, é possível ver seu rosto pintado de verde, com os olhos pintados de preto, utiliza um cocar com penas laranjas, verdes, brancas e marrons; há outros dois rostos indígenas ao fundo, também pintados, mas apenas com tinta preta. Há grandes letras garrafais brancas com o nome do filme e ocupam grande parte da imagem. Para além dos cinemas, a denúncia de violência contra os povos Yanomamis e indígena em geral pode ser feita por você, por nós, com o engajamento nas redes sociais: o uso de hashtags e comentários na web geram uma pressão social positiva e condicionam as ações do governo e de orgãos responsáveis, que podem fazer a diferença ao enviar proteção e trabalhar em políticas contra o desmatamento e garimpo ilegal. Para saber mais sobre o assunto e possuir dados estátiscos sobre a questão do garimpo ilegal e o desmatamento sites como da Hutukara trazem informações relevantes e verídicas acerca da questão indígena no Brasil, sendo o site Hutukara especializado na questão dos Yanomami. Julia Lopes, graduanda em Letras - FFLCH, USP. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: MARTINS, Thays. Menina ianomâmi de 12 anos morre após ser estuprada por garimpeiros. Correio Braziliense. 2022. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/brasil/2022/04/5003316-menina-ianomami-de-12-anos-morre-apos-ser-estuprada-por-garimpeiros.html. Acesso em: 24/05/2022 A onda de invasões de garimpeiros que ameaça os Yanomami. Hutukara. 2022. Disponível em: http://www.hutukara.org/index.php/noticias/859-a-onda-de-invasoes-de-garimpeiros-que-ameaca-os-yanomami. Acesso em: 24/05/2022 Aldeia Yanomami é totalmente incendiada após denúncia de estupro de menina de 12 anos. Istoé. 2022. Disponível em: https://istoe.com.br/aldeia-yanomami-e-totalmente-incendiada-apos-denuncia-de-estupro-de-menina-de-12-anos/. Acesso em: 24/05/2022 Cineclube da Fundação Badesc exibe o filme Martírio, de Vincent Carelli. Fundação Cultural Badesc. 2022. Disponível em: https://fundacaoculturalbadesc.com/cineclube-da-fundacao-badesc-exibe-o-filme-martirio-de-vincent-carelli/. Acesso em: 24/05/2022 Cinco motivos para a maior valorização do ouro na história. E Investidor- Estadão. 2020. Disponível em: https://einvestidor.estadao.com.br/investimentos/ouro-cinco-motivos . Acesso em: 25/05/2022

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  • Colabore Conosco | Projeto CineGRI

    Colabore conosco Para atingir seu propósito de promoção do diálogo sobre geopolítica e relações internacionais a partir da linguagem cinematográfica para a população, o CineGRI incentiva que interessados colaborem para o desenvolvimento do projeto de diversas formas. ​ Caso queira integrar o projeto colaborando com suas atividades, estão abertas as inscrições para vagas na redação do Blog do CineGRI. A função não se limita a estudantes da Universidade de São Paulo, recepcionando todas e todos que tenham experiência ou interesse em temas da geopolítica e relações internacionais e desejam exercitar a escrita. Todas as informações podem ser acessadas clicando no botão abaixo: ​ ​ Caso conheça escolas e instituições diversas que tenham interesse em instituir parcerias, entre em contato conosco. Qualquer outra contribuição que acredite ser pertinente para o projeto, entre também em contato. Saiba como

  • Vest | Projeto CineGRI

    Pandemia, desemprego e saúde mental: dá pra se adaptar? O filme Os sentidos do amor (David Mackenzie, 2011) muito tem em comum com o momento pelo qual estamos passando. Nele, uma epidemia desconhecida assola o mundo da noite para o dia. Ninguém conhece precedentes da doença, não há cura, os médicos não sabem como tratar, ela é contagiosa e, dentro de pouco tempo, está sendo espalhada por todo o planeta. As pessoas sentem emoções muito fortes e, quando isso passa, elas não têm mais um dos cinco sentidos. A primeira emoção é uma tristeza profunda: choro, desesperança, sensação intensa de vazio; pessoas tendo ataques de choro no meio da rua, gritando e desesperadas. Quando passa, todos os que tiveram os sintomas perdem o olfato. Isso acontece progressivamente até que todos os sentidos sejam eliminados. ​ Mesmo assim, em meio ao caos, o filme tem uma mensagem positiva: um casal é o plano de fundo da narrativa e eles aprendem, a cada vez que perdem um sentido, a se adaptar. Há uma bela “moral da história” sobre adaptação e superação das adversidades. Entretanto, é necessário tomar cuidado com essa narrativa de que encontrar uma solução depende única e exclusivamente dos indivíduos – o famoso “dar um jeito”. Calma! Não é que não tenhamos que procurar alternativas às situações nas quais a pandemia nos colocou. Muito menos que não precisamos encontrar meios de contornar tudo o que está acontecendo. Mas precisamos pensar a quem é dada a oportunidade de adaptação, com cautela, a fim de não individualizar questões coletivas e de responsabilidade externa. Quem são os cidadãos eleitos para ocupar cargos de governança e responsáveis por gerir o país dentro de uma crise – seja ela financeira, de saúde ou qualquer outro tipo? O que essas pessoas estão fazendo? Um estudo realizado pela Pnad Covid-19 mostra que, em 4 meses, o desemprego cresceu 27,6% no Brasil [1]. Abaixo, podemos conferir os dados: Tendo em vista essas informações, é justo pedir dessas pessoas que apenas “se adaptem”? No dia 4 de novembro, foi votado no Codefat (Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador) o aumento da quantidade de parcelas de pagamento do seguro-desemprego para quem foi demitido durante a pandemia [2]. O resultado? Negativo. Não apenas o Conselho votou pelo não pagamento de mais parcelas, como também colocou diversos trabalhadores em uma encruzilhada: quem foi demitido no início da pandemia usufruiu do seguro-desemprego, mas agora ficou sem, não pode mais solicitar o auxílio emergencial, pois o prazo terminou em julho. Como ficam esses trabalhadores? Como se pode cobrar deles algum tipo de adaptação quando não há emprego e quando não se pode nem sair de casa de modo seguro para ganhar dinheiro em ocupações informais? Os impasses não acabam aí. Além do desemprego, a pandemia acarretou uma série de problemas emocionais que atingem as mais diversas pessoas, de diferentes classes, cores, idades e gêneros. Estresse, insatisfação, tristeza, mal estar e noites mal dormidas são apenas alguns dos sintomas que a população tem enfrentado nos últimos meses. Abaixo, temos informações mais detalhadas sobre isso: É perceptível que boa parte da ansiedade causada se dá pela preocupação com a instabilidade financeira gerada pelo contexto em que estamos inseridos – algo que podemos ver na série Distanciamento Social (Hilary Weisman Graham e Jenji Kohan, 2020, disponível na Netflix). No episódio “Poderíamos todos navegar juntos pelo oceano”, uma mãe, que é cuidadora de uma senhora, precisa continuar trabalhando. Entretanto, como as escolas estão fechadas, ela não tem com quem deixar sua filha. A solução encontrada é instalar câmeras dentro do apartamento e checar a menina constantemente pelo celular. Porém, em determinado momento, a clínica onde a senhora fica entra em quarentena – não será possível sair ou entrar durante duas semanas. A mãe se vê, então, na situação de precisar decidir entre seu trabalho, de cujo salário ela precisa, e ficar com sua filha. A solução encontrada é deixar a menina com a filha da senhora, que é professora. O convívio das duas não começa muito bem – a mulher, que mantém bem sua figura de “independente e sem filhos”, não consegue lidar com uma criança interrompendo suas aulas, que já não iam bem devido à pouca colaboração e interesse dos alunos. Nesses 20 minutos de episódio, é possível identificar várias situações com as quais nos relacionamos: o medo do desemprego, ter que abrir mão do isolamento social seguro na sua própria casa porque seu trabalho não comporta home office, a dificuldade de dividir o mesmo espaço constantemente com as mesmas pessoas, as adversidades que tanto professores quanto alunos encontram no sistema remoto, dentre outros. Delas, fiquemos apenas com o desemprego. Se essa mãe não tivesse encontrado alguém para cuidar de sua filha, o que precisaria fazer? Renunciar à sua única fonte de renda? Aqui, foi possível encontrar uma alternativa e se adaptar, mas e quando não dá? Como está a saúde mental dessa mãe longe da filha durante 2 semanas? E como ficaria caso estivesse com a criança, mas desempregada? O Brasil passa por um delicado momento em sua história e, infelizmente, milhões de brasileiros estão abandonados à própria sorte. A crise não se vê apenas no aumento do desemprego ou no preço do dólar, mas também nas diversas pesquisas relacionadas à saúde mental apontando para um povo cansado, triste, estressado e sem esperança de melhora. Segundo pesquisa realizada pelo King’s College, há 17 anos, durante a pandemia de SARS, os casos de ansiedade, depressão e estresse pós-traumático aumentaram em 30% dentre os indivíduos que cumpriram quarentena na China, o país mais afetado. Como falar em adaptação nesse cenário? Muito se fala - merecidamente - no heroísmo de nossos médicos e enfermeiros nas linhas de frente, profissionais essenciais nesse momento. Mas quem cuida dos nossos desempregados e depressivos? É deles a culpa e o fardo da adaptação? Referências Bibliográficas [1] CAMPOS, Ana Cristina. Desemprego subiu 27,6% em quatro meses de pandemia. Dados são da pesquisa Pnad Covid-19 do IBGE . Disponível em: Acesso: 08/11/2020 [2] Conselho rejeita parcelas extras do seguro-desemprego na pandemia: Apoiada por representantes sindicais, a proposta não contou com os votos dos empregadores e do governo. Disponível em: . Acesso: 08/11/2020. BIERNATH, André. A epidemia oculta: saúde mental na era da Covid-19. Na esteira do coronavírus e seus desdobramentos, transtornos psicológicos como ansiedade e depressão representarão uma segunda onda de estragos à saúde. Disponível em: . Acesso: 08/11/2020. HARTMANN, Paula Benevenuto. "Coronafobia": o impacto da pandemia de Covid-19 a saúde mental. Disponível em: Acesso: 08/11/2020.

  • Privacidade e legal | Projeto CineGRI

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